O que fazer se alguem na rua tiver uma parada cardíaca?
As Diretrizes da Associação Americana de Saúde 2010, que a Sociedade Brasileira de Cardiologia segue, sugere=
1º) Identificar que a pessoa não responde e não respira. Pedir para alguêm chamar o 192 (SAMU) ou os Bombeiros 193.
2º) Imediatamente comece a comprimir o peito da pessoa numa frequência de no mínimo 100 vezes por minuto. Comprima 5cm e descomprima completamente. Faça isso rápido e com força.
Não pare nunca. Enquanto comprime, certifique-se que alguém tenha ligado para o socorro.
Caso exista próximo algum desfibrilador (alguns shoppings, aeroportos e locais de grandes aglomerações possuem), solicitem imediatamente. Uma pessoa com treinamento virá e utilizará o equipamento.
Em Guarapari, o melhor é o caminho do SAMU.
LEMBRE, CONTINUE AS COMPRESSÕES DO TÓRAX ATÉ A CHEGADA DA EQUIPE DE SAÚDE. ISTO PODE SALVAR UMA VIDA.
Prece de portador de Alzheimer
A prece
(Escrito por uma Pessoa com a doença).
Queridos familiares e amigos procurem, por favor, compreender
o que sou hoje, e não somente lembrar como eu era no passado.
Estou só, preso como meus medos, meu esquecimento.
Perdoe-me quando sou agressivo.
Por que faço isto?
O que aconteceu comigo?
Não consigo lidar com este mundo estranho.
Sinto-me ameaçado.
Estou com muito medo.
Fale suavemente, se aproxime devagar.
Repita de novo e de novo o que quer de mim
Estes emaranhados no meu cérebro atrapalharam o meu mundo.
Seja paciente, pois eu realmente os amo,
E preciso da sua ajuda e do seu amor.
Tanto, tanto…
Seu familiar e amigo com a Doença de Alzheimer.
Hipertensão em números
A cada ano morrem no mundo, 7,6 milhões de pessoas devido à hipertensão.
Cerca de 80% dessas mortes ocorrem em países em desenvolvimento.
Mais da metade das vítimas têm entre 45 e 69anos.
A hipertensão é responsável por 54% de todos os casos de AVC e por 47% dos infartos.
No Brasil, 33 milhões de pessoas são hipertensos.
12 milhões não sabem que têm a doença.
Só 10% têm a pressão sob controle.
(fonte= Ministério da Saúde)
Interferências externas nos marcapassos
Muitos pacientes são submetidos à implante de marcapasso e permanecem com dúvidas sobre o que pode ou não fazer após o procedimento.
Assim, decidi prestar algumas informações=
1) Em casa, deve-se providenciar um aterramento das instalações elétricas.
2) Correta manutenção e utilizãção dos eletrodomésticos.
3) Pode até ligar e desligar um microondas mas quando em funcionamento, mantenha-se pelo menos 2 metros de distãncia.
4) Se receber um choque elétrico, agende nova consulta de revisão do seu marcapasso para verificar eventual alteração em seu funcionamento.
5) Aparelhos sonoros dotados de ímãs potentes não devem ser colocados em contato com a loja do marcapasso.
6) Evitar aparelhos que provocam vibração (furadeiras e lixadeiras elétricas).
7) Hidromassagens e boates com sons ambientes potentes estão liberados.
8) Evitar colchão magnético.
9) Esteiras, bicicletas ergométricas, controle remoto de televisão e de portão eletrônico não interferem.
10) Sauna pode provocar vasodilatação e interferir com a resposta do marcapasso.
11) Pode usar Computador, TV.
12) Use o telefone celular no ouvido do lado oposto ao do marcapasso.
13) Em aviões, evitar a cabine do comando.
14) Não dirija ou faça sexo nos primeiros 15 dias após o implante.
15) Os detectores de metal em aeroportos, portas de banco, lojas para coibir furtos podem interferir nos marcapassos. Evite transtornos. Apresente sua carteira de portador de marcapasso.
16) Não recomendamos ambientes de geração de energia elétrica, linhas de transmissão de energia, transformadores, linhas de força de alta tensão, estações de transformação de energia, motores elétricose de grande porte, soldas elétricas acima de 225amperes.
17) Ressonãncia magnética está contraindicada.
18) Radioterapia pode depletar a bateria do marcapasso.
19) Eletroneuromiografia pode interferir com o funcionamente. Contate o médico que implantou para orientações.
Bem, essas são as principais recomendações. Se houver mais dúvidas favor encaminhar pelo blog ou email.
Como saber se o esquecimento é normal ou anormal?
Esquecimento normal
Esquecimento não afeta a independência do indivíduo para realizar as atividades básicas da vida como tomar banho, vestir-se, usar o banheiro, deitar, levantar, controlar urina e fezes, além de alimentar-se.
Não afeta sua autonomia (capacidade de preparar suas refeições, tomar os remédios, fazer compras, controlar as finanças, usar o telefone, arrumar a casa, lavar e passar a sua roupa, sair de casa sozinho para lugares mais distantes, usando algum transporte, sem necessidade de planejamento prévio).
A pessoa percebe seu esquecimento ou o lapso da memória.
O nome do objeto ou da pessoa é lembrado posteriormente.
Esquece detalhes do fato ou ocasião.
O uso de agendas, anotações ou lembretes ajuda a pessoa a lembrar-se.
A presença de pistas cognitivas ajuda a lembrar (ex: refazer o percurso, recomeçar o assunto…).
Esquecimento Anormal
A pessoa esquece e apresenta grande dificuldade para aprender coisas novas ou não aprende.
O esquecimento afeta a independência e a autonomia da pessoa.
A pessoa não percebe o esquecimento e sim a família e amigos.
A pessoa esquece a pessoa ou o objeto cujo nome estava tentando lembrar.
O esquecimento é de todo o fato ou ocasião.
A pessoa não faz uso de agendas, anotações ou lembretes. O esquecimento é justificado de várias formas.
A pessoa não recorda mesmo com pistas.
Os reais efeitos do álcool em nosso corpo
1 – Diminuição do Testosterona e o aumento do Cortisol
Um estudo feito em 8 voluntários, homens saudáveis, provou que depois de consumir álcool, houve uma queda significante no testosterona e um aumento no cortisol(basicamente o hormônio que destroi tecido muscular), e o organismo desses voluntários ficaram neste estado por mais de 24 horas.
2 – Diminuição na absorção de vitaminas e minerais
Quando você consome uma quantidade elevada de álcool, isso faz com que o seu fígado fique ocupado a todo tempo convertendo o álcool em acetato e qualquer vitamina ou mineral que passar pelo fígado vai ser eliminado pelo processo de desintoxicação.
O álcool interefere no metabolismo da maioria das vitaminas, e com a absorção de vários nutrientes. Estimula a excreção de cálcio e magnésio pela urina.(Você vai urinar estes importantes nutrientes). E como se não fosse suficiente a comida no estômago ainda irá competir com o álcool pela absorção na corrente sanguínea.
3 – Diminui a síntese proteica
Ou seja, o crescimento muscular vai diminuir mais de 20%, pois a capacidade do corpo de sintetizar a proteína vai estar prejudicada com a ingestão do álcool.
4 – Desidratação
Um efeito colateral comum da bebida alcoólica é o efeito diurético, principalmente a cerveja. Você vai sentir vontade de ir no banheiro toda hora, saiba que você está urinando os líquidos do seu corpo e não uma urina normal. E você deve saber que o nosso corpo(principalmente os músculos) são constituidos por de 70% somente água.
O alcoolismo pode gerar desordem no sono e todo marombeiro sabe que o descanso é fundamental, sem as horas necessárias de sono com qualidade o corpo não se recupera adequadamente e não libera hormônio do crescimento.
6 – Conclusão
Desconsiderando a capacidade genética de cada um de ganhar massa muscular(uns tem mais ganhos do que outros), todos sabem que não é uma tarefa fácil. Pelo menos para aqueles que tem um treino árduo, intenso e uma dieta rigorosíssima.
Se não é uma tarefa fácil, não seria fundamental fazer com que todos os fatores estejam ao seu lado para o ganho de massa muscular ? Se você não consegue ter um treino intenso, manter uma dieta rigorosa, não se dê ao luxo de consumir bebida alcoólica, mas se consumir fique ciente do atraso que você estará dando ao seu crescimento.
1. Heikkonen, E., Ylikahri, R., Roine, R., Valimaki, M., Harkonen, M., & Salaspuro, M. (1996). The combined effect of alcohol and physical exercise on serum testosterone, luteinizing hormone, and cortisol in males. Alcoholism, Clinical and Experimental Research, 20, 711-716
2. Kvist, H., Hallgren, P., Jonsson, L., Pettersson, P., Sjoberg, C., Sjostrom, L., & Bjorntorp, P. (1993). Distribution of adipose tissue and muscle mass in alcoholic men. Metabolism, 42, 569-573
3. Raben A, Agerholm-Larsen L, Flint A, Holst JJ, Astrup A. (2003). Meals with similar energy densities but rich in protein, fat, carbohydrate, or alcohol have different effects on energy expenditure and substrate metabolism but not on appetite and energy intake. American Journal of Clinical Nutrition, 77, 91-100
4. Siler, S.Q., Neese, R.A., & Hellerstein, M.K. (1999). De novo lipogenesis, lipid kinetics, and whole-body lipid balances in humans after acute alcohol consumption. American Journal of Clinical Nutrition, 70, 928-936
5. Tremblay, A., & St-Pierre, S. (1996). The hyperphagic effect of a high-fat diet and alcohol intake persists after control for energy density. American Journal of Clinical Nutrition, 63, 479-482
6. Valimaki, M.J., Harkonen, M., Eriksson, C.J., & Ylikahri, R.H. (1984). Sex hormones and adrenocortical steroids in men acutely intoxicated with ethanol. Alcohol, 1, 89-93
7. Flechtner-Mors, M., Biesalski, H.K., Jenkinson, C.P., Adler, G., & Ditschuneit, H.H. (2004). Effects of moderate consumption of white wine on weight loss in overweight and obese subjects. International Journal of Obesity and Related Metabolic Disorders, 28, 1420-1426
8. Buemann, B., Toubro, S., & Astrup, A. (2002). The effect of wine or beer versus a carbonated soft drink, served at a meal, on ad libitum energy intake. International Journal of Obesity and Related Metabolic Disorders, 26, 1367-1372
9. Lang CH, Frost RA, Kumar V, Wu D, Vary TC. (2000). Inhibition of muscle protein synthesis by alcohol is associated with modulation of eIF2B and eIF4E, 3, 322-31
10. Alcohol Alert, National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism, No. 41 July. 1988
11. Shirreffs, Susan M., and Ronald J Maughan. 91997). Restoration of fluid balance after exercise-induced dehydration: effects of alcohol consumption, Journal of Applied Physiology, Vol. 83, No. 4, pp. 1152-1158
12. “Alcohol, chemistry and you,” Kennesaw State University, chemcases.com, Aug. 2002
13. Dept. of Health and Human Services, Report to Congress, 1990
14. “Why alcohol calories are more important than you think,” Christian Finn, TheFactsAboutFitness.com
Cuidados na 3ª Idade
Tenho recebido inúmeros questionamentos de pacientes interessados em tomar vitaminas e hormônios para prevenção de cancer, perda de memória e massa muscular.
Nossa opinião coincide com o texto abaixo, extraído do CITEN (Centro de Tratamento Nutricional em São Paulo).
Reitero a importãncia da alimentação saudável, equilibrada, diversificada na manutenção da saúde.
Abaixo, o texto:
Os aparentes benefícios dos suplementos e hormônios
A melhor fonte de vitaminas e sais minerais continua sendo o alimento. “Os suplementos vitamínicos em cápsulas, principalmente em altas doses, mostraram-se totalmente ineficientes em relação à prevenção de doenças crônicas, câncer e envelhecimento. Hoje, sabemos que essa prática, além de não ajudar as pessoas, pode trazer conseqüências deletérias à saúde”, diz a diretora do Citen.
O Conselho Federal de Medicina reiterou, recentemente, por meio da Resolução CFM Nº 1.938/2010, a proibição a vários procedimentos da prática ortomolecular. Dentre as práticas condenadas pelo órgão fiscalizador está a correção de possíveis desequilíbrios nutricionais por meio do uso de suplementos de vitaminas, minerais, aminoácidos e ácidos graxos. Segundo a norma, hoje, já existem evidências científicas suficientes que revelam que a suplementação vitamínica sem necessidade pode aumentar os riscos de morte.
Os efeitos dos hormônios masculinos para aumentar a massa muscular sempre nos seduziram e nos encheram de esperanças quanto à possibilidade deles serem usados na terceira idade. “Mas, sempre que essa possibilidade é lembrada, ela se refere apenas à reposição dos hormônios masculinos em homens com deficiência de produção desses hormônios. Mesmo nesses casos, há ainda muitas dúvidas e opiniões contraditórias”, alerta Ellen Paiva. As reações adversas mais comuns devido ao uso dos hormônios masculinos são a retenção de água, o aparecimento de mamas no homem, o aumento do PSA (antígeno prostático específico) – um marcador de câncer de próstata – o aumento do volume prostático, alterações no fígado e uma elevação das taxas de colesterol e triglicérides.
A possibilidade da utilização destes hormônios, indiscriminadamente, em homens e mulheres normais na terceira idade, com o objetivo de preservar ou até ganhar massa muscular é ainda mais polêmica. “As evidências científicas não sustentam essa prática devido aos vários efeitos colaterais. Na mulher, há ainda a possibilidade de virilização, com atrofia mamária, aumento dos pelos e surgimento de acne”, alerta a endocrinologista Ellen Paiva.
Outra medicação ‘potencialmente benéfica para a terceira idade’, o GH ou hormônio de crescimento, também deve ter sua utilização direcionada apenas para as pessoas com deficiência deste hormônio. Muito usado nas academias de ginásticas, apesar dos alertas freqüentes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, esse hormônio era tido como um ‘verdadeiro milagre para emagrecer e rejuvenescer’, com capacidade de reduzir a massa gorda, aumentar a massa muscular e melhorar a disposição.
“Uma recente edição de uma das maiores revistas de Clinica Médica do mundo, a Annals of Internal Medicine, traz um estudo que reuniu 31 dos maiores trabalhos científicos sobre GH. Os autores concluem que o hormônio não influencia no processo de envelhecimento, portanto, o seu uso com este fim não tem base científica alguma. O seu uso por pessoas sadias pode provocar efeitos colaterais muito desagradáveis, tais como dores articulares e inchaços, além de propiciar o desenvolvimento de doenças como diabetes, lesões cardíacas e câncer de próstata. A melhora da composição corporal atribuída ao GH – que seria o aumento da massa muscular – demonstrou-se muito pequena, não justificando os riscos do seu uso na terceira idade”, alerta a endocrinologista Ellen Simone Paiva.
ortotanásia
Ortotanásia é o processo pelo qual se permite ao doente terminal optar pela suspensão dos tratamentos paliativos, diferente da eutanásia, no qual há participação de outra pessoa, administrando medicações para acelerar a morte.
Atualmente na página do Senado Federal ocorre uma enquete sobre este assunto. Participe. Dê sua opinião.
Luta contra o tabagismo
Em breve proferiremos palestra informando sobre as principais dicas para vencer o tabagismo.
Aguardem.